Blog do lázaro santana


21/07/2009


Aos visitantes deste blog,

A corrupção envolvendo os políticos, nossos representantes, é tamanha em nosso País, que seria bom que os veículos de comunicação de nosso País fizessem uma retrospectiva de todos os fatos vindos à tona, pelo menos nos últimos 15 ou 20 anos.

Como forma de aguçar nossa memória, descrevo a seguir alguns fatos:

ESCÂNDALO DAS BICICLETAS:


Que o diga o ex-ministro da Saúde do governo Collor, Alceni Guerra, acusado na época de superfaturamento na compra de bicicletas para o seu ministério. O nível das acusações infundadas teve um efeito cascata e os estragos foram incalculáveis, obrigando o ex-ministro a entregar o cargo, e deixando seqüelas na vida política e pessoal. 

Lojas do Pedro

A primeira página do jornal Correio Braziliense, do dia 4 de dezembro de 1991, trazia a seguinte manchete: "Saúde compra 22 mil bicicletas superfaturadas". Com o objetivo de combater uma epidemia de cólera que se alastrava por algumas regiões do país, o ministério abriu uma concorrência pública para suprir os agentes comunitários com equipamentos necessários, incluindo as famosas bicicletas. Três empresas participaram, vencendo as Lojas do Pedro, de Curitiba.

Escândalo da mandioca:  Foram precisos 18 anos para o processo criminal relativo ao desvio de 1,5 bilhão de cruzeiros, cerca de R$ 20 milhões, da agência do Banco do Brasil em Floresta, no interior de Pernambuco, chegar ao julgamento dos seus 24 acusados. O fato demonstra a lentidão da Justiça e as brechas da legislação a permitirem a protelação injustificada de um processo, mesmo de grande ressonância na época do cometimento da fraude, conhecida como o ‘‘escândalo da mandioca’’.

Operação Castelhana:

Em dezembro de 2007, a Procuradoria-Geral da República denunciou Juvenil Alves, que também é advogado, por crimes relacionados à Operação Castelhana, que investigou um suposto esquema de 'blindagem patrimonial'.

Juvenil Alves, que chegou a ser preso em 2006 na operação, é investigado em um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) que tramita sob segredo de Justiça.

Na ocasião, o advogado de defesa do deputado, Leonardo Isaac Yarochewsky, negou a existência do esquema. "Existem na legislação formas legais de se pagar menos tributo, dentro de um planejamento tributário. As medidas que o deputado, como advogado, e seu escritório tomaram, foram medidas legais no sentido de preservação lícita do patrimônio de empresários, dentro da forma legal de pagar menos imposto", afirmou.

Operação Navalha: O objetivo, segundo a Polícia Federal, é desmontar uma quadrilha que fraudava licitações de obras públicas. As investigações começaram em novembro do ano passado.

A Justiça Federal expediu 48 mandados de prisão. Foram presas 46 pessoas, entre empresários, prefeitos, um deputado distrital, um ex-governador e um ex-deputado federal.

Corrupção envolvendo os Correiros que culminou com uma CPI, com a maioria dos políticos envolvidos saindo numa boa;

Mensalão:Escândalo do Mensalão ou "Esquema de compra de votos de parlamentares" é o nome dado à maior crise política sofrida pelo governo brasileiro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2005/2006.

O deputado Roberto Jefferson disse que parte do dinheiro do mensalão vinha de empresas estatais, entre elas, Furnas, Eletronuclear, Petrobras, Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) e Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT).

Atos secretos: A edição de atos secretos beneficiou ou obteve a chancela de pelo menos 37 senadores e 24 ex-parlamentares desde 1995. Não há distinção partidária - PT, DEM, PMDB, PSDB, PDT, PSB, PRB, PTB e PR têm representantes na lista. São senadores que aparecem como beneficiários de nomeações em seus gabinetes ou que assinaram atos secretos da Mesa Diretora criando cargos e privilégios. A existência de tantos nomes indica que a prática dos boletins reservados era bem conhecida.

Operação Satiagraha: O Planalto considera que o relatório do delegado Protógenes Queiroz pode ser devastador para o ex-deputado petista Luiz Eduardo Greenhalgh, disse o "Painel" da Folha, editado por Renata Lo Prete [47].

Um "frio na espinha" percorreu o Palácio do Planalto com revelações sobre pessoas ligadas a Dantas e alguns membros de alto escalão do governo federal e do PT. O Congresso Nacional ficou em silêncio e ninguém quer saber de uma investigação séria sobre o assunto. Dantas unificou a oposição e a situação, já que são notórias as suas ligações com parlamentares de ambos os lados. Palavras como "financiamento de campanha", "caixa dois" e "tráfico de influência" são sussurradas com um verdadeiro temor supersticioso.

 Operação Vampiro: Ao investigar o esquema montado por lobistas e servidores para fraudar licitações de aquisição de medicamentos no Ministério da Saúde --a chamada Operação Vampiro--, a Polícia Federal descobriu mais evidências da existência de um esquema de cooptação de deputados federais para a base aliada do governo Lula em 2004.

Relatórios da PF mostram que, em fevereiro de 2004, conforme conversas gravadas com autorização judicial, o deputado federal José Janene (PP-PR), ex-líder do partido, teria buscado a ajuda dos lobistas Laerte Correa Jr., Eduardo Pedrosa e Frederico Coelho Neto, conhecido como Lilico e irmão do deputado Luiz Antônio Fleury (PTB-SP), para supostamente atrair ao menos dois deputados à bancada do PP em um prazo de três dias.

Jâder Barbalho: O ex-senador Jader Barbalho (PMDB-PA) foi preso na manhã de hoje em Belém pela Polícia Federal. Ontem, a Justiça Federal de Tocantins havia expedido um mandado de prisão provisória de um grupo de pessoas envolvidas no escândalo da extinta Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia).

João Magalhães: Brasília - Agentes da Polícia Federal e um delegado acabaram  de deixar, às 13h55, o gabinete 211, do deputado João Magalhães (PMDB-MG), no anexo 4 da Câmara dos Deputados, levando vários documentos, um laptop e, aparentemente, um HD (disco rígido de computador). Eles foram ao gabinete do deputado, como conseqüência da Operação João de Barros. Há suspeita de que existem funcionários do gabinete envolvidos no desvio de recursos de obras do PAC, denúncia investigada pela Polícia Federal na operação.

Petrobrás: Empresários, funcionários e até policiais estavam envolvidos nas fraudes, que consistia em direcionar as licitações para um conjunto de empresas. Foram presas até agora 14 pessoas. Estima-se que apenas uma empresa envolvida no caso, a Angraporto, tenha recebido R$ 60 milhões desviados do caixa da estatal.

Provando que está presente em praticamente todos os setores do Estado e da iniciativa privada, os escândalos de corrupção atingem agora a Petrobras. A galinha dos ovos de ouro do governo está sendo investigada na chamada Operação Águas Profundas, da Polícia Federal e do Ministério Público, que averigua fraudes em licitações de manutenção de plataformas de petróleo da estatal.

type="text/javascript">

Escândalo dos cartões corporativos

Deputados do PSOL pedem investigação séria. Agência Brasil

O escândalo dos cartões corporativos é uma crise política no governo do Brasil iniciada em 2008 após denúncias sobre gastos irregulares no uso de cartões corporativos. Os cartões foram instituídos em 2001 mas só entraram em funcionamento no ano seguinte para uma maior transparência e rapidez em gastos emergenciais. O problema do cartões corporativos é estrutural[1], pois o sistema que deveria ser usado para despesas pequenas e urgentes vem sendo usando para dispensar licitações e dar mimos aos governistas[2]. Dos 150 cartões corporativos, o Portal Transparência, site oficial do Governo Federal, só divulgou os dados de 68 cartões[3].

Denúncias

As primeiras denúncias levaram à demissão da Ministra da Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, do PT, que foi a pessoa que mais realizou gastos com o cartão em 2007[4]. Mesmo com a demissão de Matilde Ribeiro do governo, o PT decidiu não punir sua filiada pelo uso indevido dos cartões corporativos[5]. Orlando Silva, Ministro dos Esportes, optou por devolver aos cofres públicos mais de R$ 30 mil e desta forma pôde permanecer no cargo[6].

A denúncia que pode originar um pedido de abertura de CPI por parte da oposição é a utilização de um cartão corporativo pela filha do presidente Lula, Lurian Cordeiro Lula da Silva que gastou R$ 55 mil entre abril e dezembro de 2007[7].

 Gastos

Um funcionário do Ministério das Comunicações chegou a usar o cartão corporativo para reformar uma mesa de sinuca[8].

José Dirceu, o deputado cassado do PT, além de estar sendo julgado por coordenar o Escândalo do Mensalão[9], também está sendo investigado por mau uso de cartão corporativo do Governo Federal[10].

Os cartões corporativos também foram usados para comprar presentes em camelô e até para pagar diárias no Copacabana Palace, passando também por compra de ursos de pelúcia[11].

O Tribunal de Contas da União apurou a emissão e apresentação de 27 notas frias em uma viagem do presidente Lula a um acampamento do Movimento dos Sem Terra no Mato Grosso do Sul. As notas frias foram pagas com cartões corporativos[12].

No começo de março descobriu-se que um cartão ligado à Casa Civil, comandada por Dilma Roussef foi utilizado para pagar bailarinas para um servidor da Casa[13].

Outro cartão foi usado na Feira do Paraguai de Brasília[14], famosa por vender produtos importados, na sua maioria contrabandeados ou falsificados. Funcionários da feira disseram que é normal servidores comprarem MP3 e MP4 para seus filhos e pedirem para registrar o produto na nota fiscal apenas como "material de consumo"[

 

Aos poucos iremos postar neste blog as falcatruas na política brasileira.

Aguarde!

 

 

Escrito por lázaro santana às 21h29
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

21/06/2009


Senado Federal:

Representante do povo?

                                Nos últimos dias a imprensa tem trazido à tona as mazelas do Senado Federal. Inicialmente trouxe ao conhecimento do povo em geral a estrutura daquele Poder, algumas dezenas de Diretorias. Logo em seguida as decisões secretas tomadas por aquele órgão.

                                Com os acontecimentos até aqui divulgados podemos chegar à conclusão que o povo brasileiro, mais precisamente o trabalhador, está órfão de representantes naquela Casa.

                                 O Presidente daquela Casa já pela terceira vez, Senador José Sarney, que também foi Presidente da República, um multimilionário, conforme publicado na imprensa, disse que mandou apurar. Melhor mesmo que se apure, mas não será aquele Presidente o responsável? Será que ele também não sabia ou estaria repetindo o que o nosso Presidente da República sempre dizia na época do mensalão?

                                  O que mais nos intriga é o nosso Presidente Lula, em entrevista à imprensa sair em defesa de seu amigo e Presidente do Senado.

                                   Afinal de contas, onde vamos parar? O povo brasileiro clama pela transparência, porém àqueles que deveriam nos defender, como no caso em questão o nosso Presidente da República e o Presidente do Senado, estão na verdade desejosos para que nada se apure?

                                   Onde vamos parar?

                                   Quem vai nos defender?

                                   Quem vai defender o povo brasileiro?

 

Escrito por lázaro santana às 16h33
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

31/05/2009


Representante x Representado

 

                    Nós somos representados nas Assembléias Legislativas, na Câmara e no Senado Federal, pelos parlamentares nos quais confiamos nosso voto, portanto são os nossos legítimos representantes. Na verdade, os votos que esses políticos receberam, foi uma procuração, que deveria ser cassada quando o parlamentar não cumprisse com ética a sua função.

                  Aqui prá nós, é possível que um montão de cidadãos de bem gostaria de anular a procuração dada ao parlamentar no qual confiou seu voto.

                 Temos no Senado, na Câmara Federal e nas Assembléias Legislativas, centenas e mais centenas de projelos de Lei, que se analisados e aprovados seriam de grande valia para o povo brasileiro. Até citarei um referente aos aposentados, apresentado pelo Senador petista Paulo Paim, que determina que o mesmo índice de reajuste do salário mínimo, seja também dado a todos os aposentados da Previdência. Nada mais justo, pois o que estamos assistimos é que o Governo Federal concede reajuste ao Salário Mínimo, mas nas outras faixas salariais o índice é menor. Continuando assim, com o passar dos anos, aquele aposentado que tenha, por exemplo, passado para a inatividade com 4, 5 ou mais salários, verá os seus proventos se achatando, diminuindo assim o seu poder de compra.

                Não é só isso, o mais grave é a conduta da maioria dos parlamentares que não dignificam o seu mandato. É o corporativismo falando mais alto, são as barganhas e as negociatas para aprovação de matérias, é a corrupção, é o mensalão, são as passagens de avião, são os desvios de todas as formas, são os apadrinhados.

                Será que estamos preparados para cobrar uma conduta mais limpa de nossos políticos? Sinceramente acho que não. É só observar os meandros da política. O grupo político mais fiel dificilmente concorda com as denúncias contra seus membros, salvo raríssimas exceções. Qualquer denúncia, está lá de plantão os aliados imperando na defesa de seus amigos, Talvez podemos citar como exceção, um Senador Pedro Simon, um Jarbas Vasconcelos, um Cristovão Buarque, talvez!

               

Escrito por lázaro santana às 01h17
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

19/05/2009


                       Cada dia que se passa ficamos mais desencantados com os políticos. Muito difícil distinguir quem é bom político e quem é mau político. Apenas para ficar com um exemplo: quando se tenta instalar uma CPI para apurar algo, uma parte dos parlamentares é a favor e até assina o pedido da CPI, outros tantos se esbravejam dizendo-se contra. Assim ocorreu com CPI (Comissão Palmentar de Inquérito) passadas, e assim está ocorrendo hoje com a CPI da Petrobrás. A oposição "bate forte" na defesa da CPI e do outro lado o Governo vem a público manifestar contrário à CPI, até mesmo fazendo corpo a corpo com alguns senadores, para solicitar que retirassem suas assinaturas que pediam a CPI.

                       O Governo não deseja apurar as possíveis irregulariades na Petrobrás, alegando que ela é eleitoreira e a oposição alega que a Petrobrás é uma verdadeira "caixa preta", que tem "muito de podre alí dentro".

                       Como cidadão comum que sou, entendo que se existe denúncias de algo errado com as instituições públicas, o Governo deveria ser o primeiro a dar exemplo e apoiar todo o tipo de apuração, se vir a apurar alguma "podridão", é só processar os envolvidos,  e se nada apurar, fica a apuração como um atestado de lisura do Governo.

                       O que você acha?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                     

Escrito por lázaro santana às 17h44
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

17/05/2009


Lembranças

 Sericita, 26 de agosto de l999 – Lázaro Santana Rosa

 

Quanta lembrança,

Do velho carro de boi.

Cantiga dobrada,

Para animar a boiada.

O carreiro imponente,

Empunhando a guiada.

Estrada estreita,

Toda empoeirada.

O carro descia,

Descida embalada.

Da roda do carro

A chapa às vezes soltava.

Sem proteção,

O eixo quebrava,

E naquele embalo

Às vezes tombava.

De dentro do carro

O café entornava,

Mas com jeito e paciência,

Tudo se ajeitava.

Após a descida,

Havia a parada.

O carreiro Zé Estevão,

O cocão apertava.

Debaixo do carro,

A cantadeira afinava

E a cantiga dobrada,

Assim continuava.

A Junta de boi de guia,

De passos firmes,

Para a fazenda seguia.

Não havia erro,

Pois a estrada conhecia.

Lá na volta do caminho,

Então a boiada aparecia.

O candeeiro era eu,

A minha  missão cumpria.

Pés descalços,

Enfrentando os percalços,

O morro do Elbi descia.

Com sede e com fome

E o corpo suado,

O humor não perdia.

Com fibra e com garra,

Mais uma  jornada vencia.


Escrito por lázaro santana às 00h41
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

13/05/2009


                         CONVITE PARA ALMOÇO TRANSFORMA EM TRABALHO DURO



                        Meu irmão Cici Santana, pessoa de grande amizade no município e na redondeza, com algumas centenas de afilhados, recebe diariamente várias visitas em sua casa.

                       Os amigos e compadres chegam de manhã na cidade vindos da roça e vão diretamente para o comércio dele.

                       Alí, além das compras que fazem no comércio de meu irmão, rolam longos bate papos.

                      Meu irmão e minha cunhada são de uma hospitalidade reconhecida por todos. A casa vive cheia e ninguém sai dalí sem antes tomar um café reforçado, e se tiver na hora, o almoço.

                     Certa vez, isto já faz uns quinze anos, o comércio cheio e deu a hora do almoço. Como de costume e no palavreado que usa, foi saindo por dentro do comércio rumo à cozinha e convidou "vem prá cá, vamos pegar o feijão".

                     Já com fome, já que levantaram cedo, conforme costume da roça, pensaram: "é, vamos pegar o rango", assim cerca de 15 a 20 pessoas sairam em fila atrás do meu irmão. Preocupado com o número elevado de pessoas que o acompanhava, e sabendo que minha cunhada neste dia não estava preparada para receber aquela quantidade de visitas para o almoço pensou consigo: "tenho que arranjar uma saída, o almoço não vai dá prá tanta gente", foi aí que ao passar pelos depósitos do comércio, viu grande quantidade de sacas de feijão, e foi aí que pensou: "achei a saída" e foi logo dizendo para os amigos e compadres: "olha gente o feijão que eu quero que ocêis pega é aquela sacaria alí: (umas 200 sacas), apontando com o dedo, transportar dalí para aquele depósito do lado de lá da rua, mas não precisa correr"). Seus amigos atenderam de pronto a recomendação, pois um pedido de meu irmão era uma ordem para eles. Deixou os amigos transportando o feijão e foi almoçar com tranquilidade.

Lázaro.

Escrito por lázaro santana às 21h32
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

03/05/2009



                    VAMOS REFLETIR?

                   A questão do meio ambiente deveria se traduzir em ações permanentes da população em geral visando melhoria na qualidade de vida.
                  Diariamente assistimos pela imprensa o quanto este assunto é importante. A questão da água talvez seja o mais grave, mas temos o desmatamento que ocorre ininterruptamente, aqui e acolá, pequenas e grandes áreas, de preservação permanente, ou não. As queimadas nos entristecem. Virou rotina: é chegar a seca e falta de conscientização, a irresponsabilidade de pessoas, transformam parte importante de nossa vegetação em cinzas.
                 O lixo urbano é outro fator que afeta gravemente nossas cidades. A grande maioria não possui aterros sanitários e nem coleta seletiva do lixo. As ruas são limpas carinhosamente pelos funcionários, mas o destino do lixo transportado em caminhões, nem sempre tem o destino mais apropriado.
                  Não é avaliada pelas autoridades, muito menos pela comunidade, a destinação de determinados tipo de lixo, como pilhas, que jogadas aleatoriamente causam altos riscos ao meio ambiente. Os metais que a compõem como cobre, zinco e chumbo, são altamente nocivos à nossa saúde.
                 É tão difícil assim, que o município tome providências no sentido de destinar um local para depositar determinados tipos de lixo, como pilhas, cartuchos de impressoras, baterias, radiografias, entre outros? Ou mesmo nós, membros da comunidade iniciar um trabalho para que isso aconteça?
                 São produtos nocivos e os riscos são grandes, embora não os percebemos.

Escrito por lázaro santana às 21h47
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

02/05/2009


POBRE NATUREZA!

                    Como é bom contemplar a natureza: o verde das matas, o cantar dos pássaros, os animais, a água cristalina a brotar em suas nascentes e tudo mais que nela se contém. Altas montanhas, pedras e planícies, tudo a dar um formato indescritível aos olhos do homem.

As águas ultrapassam obstáculos, formam rios e cachoeiras. Cortam terras, irrigam o solo, tocam moinhos e usinas, e o melhor, mata a nossa sede.

E o que esta natureza tão bela recebe em troca? Moto-serra, foice, machado e fogo. O homem faz questão de devastar tudo. Antes o verde cobria o solo e dava lugar ao habitat natural dos pássaros e animais silvestres, hoje o que se vê, é o pobre chão coberto de erosão.

                   Além de fertilizantes, este mesmo homem, usa agrotóxicos fortíssimos. VENENO MESMO! Coitado do rio! Ele é que “paga o pato”. Vem a chuva e leva tudo para o seu leito. Não, não tem problema!  Já fez algum efeito, diz envaidecido este mesmo homem.   No outro dia, dezenas e centenas de peixes, mortos, bóiam, conseqüência das mãos criminosas do homem.    

                     Animais silvestres também são vítimas dessa insensatez.

                     E as matas das montanhas, donde as águas jorravam bíblicas da terra prometida, puras mesmas de suas nascentes? Ah! Quanta insensibilidade! Dá pena! A ganância do homem a destrói também, e hoje, vão sujas, saindo das entranhas, descendo montanhas, sem vida, em lenta procissão. Em  que direção? Infelizmente não sei! Será para a morte? Talvez! As ferramentas trabalham sem parar, para destruí-las.

O fogo é colocado sem a mínima piedade, e assim vai a natureza, traçando o seu caminho. Ela é brava, relutante e  resistente, e aos poucos voltam a enfeitar as paisagens com o seu verde, mas só por algum tempo. Chega a seca e novamente as mãos inescrupulosas não  sabem apreciar o seu belo e não querem nem saber, tacam fogo e transformam a paisagem em cinzas.

As autoridades, por certo, sabem do que vem ocorrendo, mas, certamente lhes falta sensibilidade.

                   Até quando continuaremos com tamanha ignorância, exterminando com a natureza, matando os animais e destruindo o seu habitat?

Até quando as queimadas continuarão a existir transformando tudo em cinzas?

Até quando continuaremos a ignorar a importância da natureza para nossas vidas?

Até quando ficaremos alheios a estes problemas, que afetam diariamente o meio ambiente e à nossa saúde?

                   Até quando continuaremos a jogar o lixo nas águas do rio, ou a depositá-lo em local impróprio. 

                   Sinceramente falando, não sei até quando, mas esperamos que a consciência se desperte e que comecemos, agora, a retribuir um pouco, do muito que a natureza nos dá, respeitando-a e protegendo-a.

 

         Lázaro Santana Rosa24set98 - Sericita - MG

                                                                                                  

Escrito por lázaro santana às 00h34
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

26/04/2009


A POLÍTICA E A CAÇADA DE PACA

(Autor desconhecido)

 

 

 

Era uma vez uma caçada de pacas. Às vésperas da caçada, os cachorros era muito bem tratados, porque os caçadores sabiam que aqueles animais, bem treinados e bem cuidados, eram a garantia de um bom resultado.

Pelo caminho iam fazendo carinho nos cachorros, chamando-os pelo nome: enfim, os animais eram as grandes autoridades no momento em que iam para a caçada. E eram eles, realmente, que faziam tudo: farejavam a paca, corriam atrás de seu rastro sem se importar com os machucados e cortes em seu corpo, provocados pelo capim navalha. Encantoavam a paca. Às vezes a matavam; outras vezes, era o próprio caçador. Era uma alegria só.

Volta da caçada, com duas, três ou quatro pacas nas costas – à época não tinha o IEAMA e nem consciência ecológica. Os cachorros brincavam como crianças, pulando um do lado do outro ou sobre os capinzais. Ficavam contentes com o resultado. Só que, quando se enroscavam nas pernas dos caçadores, nada mais era como antes. Tomavam empurrões e chutes. Mas, mesmo assim, iam embora satisfeitos.

Os caçadores, já em casa, limpavam as pacas no tanque e jogavam os pés e as cabeças para os cachorros. Começava, então, a briga da cachorrada. Era uma luta terrível.

Enquanto os cachorros se mordiam no terreiro, os caçadores temperavam a carne a punham no fogo. Bebendo uma cachacinha, comendo um tira-gosto e esperando a carne assar, pouco se importava com o que estava se passando com os animais.

Quando o cheiro do assado começava a correr para a casa toda, aguçava o faro especial dos bichos e os cachorros deixavam de lado os pés e a cabeça da paca na esperança de que iriam ganhar alguma coisa. Eles ficavam sentados, à espera de um agrado.

Pronta a carne, cada caçador comia sua parte e jogava os ossos pela janela. E, de novo, a loucura: cachorros brigando e se machucando pelos restos da paca. E isso ia até o amanhecer, ou, quem sabe, até a próxima caçada.

Escrito por lázaro santana às 01h58
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

01/04/2009



O Caso da Bacia

Aconteceu há muitos anos atrás.
Eu e mais dois irmãos fomos à casa de um tio.
Era um sábado à tarde. Lá chegando a casa estava cheia de visitas, todas na cozinha num papo animado.
A casa de meu tio era uma casa humilde, não tinha banheiro. O banho era de bacia.
Minha tia, já falecida coitada, era muito magrinha. Não pesava mais que uns 42 quilos. Já tinha seus 65 anos aproximadamente.
Conforme costume da época, esquentou uma lata de vinte litros de água e se dirigiu à dispensa para tomar seu banho. Tudo isso muito discretamente, pois era uma senhora bastante retraída.
Fechou a porta que abria prá fora, porém não tinha chave e a taramela estava relaxada.
Não deu por fé que a taramela girou e que a porta só ficou enconstada.
Meu tio havia debulhado milho naquele dia e deixou vários "sabugos" sobre o chão.
Devido a idade avançada minha tia não percebeu os sabugos e colocou uma grande bacia de alumínio sobre eles.
Quando se despiu e assentou na bacia, parece que os sabugos se transformaram em rodas e saiu deslizando com velocidade exatamente em direção à porta, que por azar só estava encostada, além do que só abria prá fora. Com a velocidade tomada, a bacia bateu na porta que foi ao canto e só foi parar num caixote que um compadre que morava distante, estava assentado.
Foi um verdadeiro alvoroço. Uns sairam correndo para o terreiro, outros em direção a minha tia, mas não sabiam o que fazer,se corriam ou se ficavam.O compadre que estava assentado no caixote virou o rosto para o lado oposto e levou a mão para tentar levantar a vítima, só que em troco recebeu um safanão.
Minha tia ficou sem ação e foi um constrangimento total, até que meu tio pegou um forro que cobria a mesa da cozinha e jogou em cima dela.
Não havia mais clima para as visitas que estavam animados no bate papo, acabando por irem embora.

Escrito por lázaro santana às 17h53
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

27/03/2009


Mais uma vez, as falcatruas...

 

                         Mais uma vez novo escândalo se avizinha e para não variar, tem que ter político no meio. Importante Empresa brasileira como a Camargo Corrêa, conforme amplamente divulgado pela imprensa escrita e televisada, com doações elevadas a políticos e partidos.

                         Uma pergunta: Qual seria o interesse dessa Empresa em investir em políticos e partidos políticos? Não posso responder porque não sei, mas não seria com objetivo de ter representantes na Câmara e no Congresso Federal, nos Governos Estaduais e Assembléias, a fim de facilitar a aprovação de matérias de interesse, ou quem sabe em licitações? Pelo que se sabe a Camargo Corrêa está construindo uma refinaria de petróleo no Estado de Pernambuco. Foi divulgado hoje à tarde pela TV, que a Petrobrás teria tido um prejuíjo de mais de  setenta milhões com esta obra.

                        Uma outra perguntinha: não seria porisso que sobra tanto dinheiro para essa Empresa distribuir para políticos e seus partidos.

                       Onde vamos parar com um Brasil, cujos representantes de seu povo vivem aprontando? Sem se falar desse montão de Diretorias que tem no Senado Federal e que seu Presidente, um ex-Presidente da República, nem sabe informar quantas são?

Escrito por lázaro santana às 21h20
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

13/03/2009


"Revolução de Araponga"

 

Desde os primeiros anos de vida ouvia falar da Revolução de Araponga.

Como criança pouco me interessava aquela conversa entre meus pais e amigos que nos visitavam, porém ao ganhar mais idade, já na adolescência, ficava mais interessado no assunto, sem contudo, fazer registro do que era dito.

Eu ficava intrigado, já que Araponga, era uma pequena cidade da Zona da Mata Mineira, que fazia limite com minha querida Sericita, situando também próxima a Viçosa.

Hoje, O município de Araponga é mais conhecido pelo seu majestoso Parque Estadual do Brigadeiro.

Corina Rosa da Silva, que nasceu em 1914, minha saudosa mãe, que faleceu aos noventa anos de idade e meu saudoso pai Raimundo Santana, eram as pessoas que relatavam-me fatos sobre a Revolução. Porém, minha mãe, trouxe alguns dados que quero deixar registrado neste blog, para conhecimento dos visitantes.

Dizia ela que a Revolução de Araponga ocorrera no ano de 1932, e que tinha como figura principal o então Presidente Artur Bernardes, que nascera  em Viçosa. Portanto tinha muitos partidários na região.

Minha mãe não sabia contar com detalhes a origem do evento, mas dizia que Araponga apoiava a política de Artur Bernardes, do Partido Republicano Mineiro (PRM). Ela citava um tal de "Filipe Baruti" e "Antônio  de Araújo" como líderes do movimento com apoio de grande parcela da população de Araponga, entretanto uma boa parte dos moradores não queriam confusão, dizia ela, mas se viam pressionados pelos líderes. Pessoas do município, inclusive da zona rural, eram presas pelos aliados de Baruti e Antônio Araújo, e levados para participarem do levante.

Do lado de Abre Campo, cujo então distrito de Sericita pertencia, tinha seus líderes, que opunham aos Bernardistas, dentre os quais o Capitão Pedro Vítor de Oliveira, do Distrito de Pedra Bonita, de Janjão Santana, de |Sericita e Otávio de Araújo e Dr Sertório de Amorim, de Abre Campo, que uniram forças para contrapor os revoltosos de Araponga.

De Pedra Bonita partiu um grupo de pessoas armado de carabina, espingardas  e revólveres, reunindo-se na Fazenda de Janjão Santana com outro grupo de pessoas vindo de Abre Campo. Dizia minha mãe, que entre esses grupos de pessoas, estava um Tenente da Polícia Militar, chamado de Tenente Jaime.

Meu pai Raimundo Santana e o empregado Izolino Leite estavam entre essas pessoas.

Para minha mãe Corina Rosa da Silva, foi um período marcante em sua vida, motivo pelo qual sempre contava este caso para as pessoas que a visitava. Dizia que via pessoas simples e trabalhadoras do lugarejo subindo pedras e grotões para se esconderem. Outra passagem interessante, que sempre relatava, é que na ocasião em que se reuniram na Fazenda de Janjão Santana, onde ela morava com meu pai, pois ainda não havia separado casa, estava de resguardo do primeiro filho, que ganhou o nome de Otacílio. Lembrava-nos que as "armas, algumas dezenas, foram colocadas no quarto onde a criança dormia", quando ela chamou atenção daquele grupo de pessoas, do possível "risco de disparo no quarto onde a criança estava".

Outro detalhe que minha mãe contava é que o grupo liderado pelo Capitão Pedro Vítor tinha o tino aguçado e para descobrir a estratégia dos "bernardistas", telefonou para Araponga, para falar com Baruti, se identificando como sendo o amigo Antônio Araújo.

No momento mais crítico do levante chegou em Sericita, mais precisamente no Povoado de Santana, a Polícia Militar sob o Comando do Tenente Jaime e alí se estacionou com seu contingente. Para alimentar os milicianos, designação dada ao grupo de homens liderados pelo Capitão Pedro Vítor e Janjão Santana e que preparavam para invadir Araponga, recebiam bois de alguns fazendeiros para abaterem e se alimentarem.

Quando o grupo de milicianos se preparavam para a invasão de Araponga, policiais vindos da cidade de Carangola chegaram primeiro, dizia minha mãe e que os revoltosos de Araponga não perceberam que era a Polícia que chegava e dispararam suas armas, tendo havido troca de tiros, ficando dois rapazes baleados, sendo que um deles ficou escondido, atirado, o qual, após alguns dias, já sem forças por falta de alimento, veio a falecer. O Outro rapaz faleceu no ato. Entre os presos estava o principal líder "Barute" 

Com a chegada da Polícia Militar a situação foi voltando ao normal e aquele clima tenso foi pacificado.

Os milicianos sob a liderança de Pedro Vítor e Janjão Santana, quando chegavam em Araponga, ouviram o tiroteio, então pararam, não chegando a agir.

O outro líder Antônio Araújo, embora ser aliado de "Barute", tinha laços de amizade com Janjão Santana e vendo-se encurralado, escondeu-se e enviou um mensageiro sigilosamente, rumo à Fazenda de Janjão Santana, , o qual procurou pela Dona Cota, esposa de Janjão, pedindo proteção, o que conseguiu.

Vive ainda hoje e reside no Córrego do Estouro, município de Araponga, um senhor que nasceu no dia da "Revolta de Araponga". Não sei o seu nome verdadeiro, mas por isso ganhou o apelido de "Revolta".

Os fatos relatados neste blog, foram contados pela minha saudosa mãe Corina Rosa.

 

 

Escrito por lázaro santana às 23h44
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

12/03/2009


                              Reflexão

                             

                             O lixo urbano acarreta transtornos diversos à população.
                             Um sem número de ítens são jogados indiscriminadamente pelas ruas, em lotes vagos e o pior, em cursos d'água.
                             Exemplo de alguns: entulhos em geral, pneus, pilhas e baterias de rádio e de outros aparelhos eletrônicos, plásticos, etc 
                             Esta situação ocorre na maioria das cidades brasileiras e este fato é divulgado diariamente pela imprensa.
                            Já que o alerta é feito sobre os malefícios do lixo para o homem e para a natureza, porque então o tempo vai passando e não há mudanças concretas a respeito?
                            Porque a conscientização do homem é tão difícil de ser alcançada?
                            Não seria porque achamos que tudo deve ser de responsabilidade do poder público?
                            Não seria por falta de ação da população que deveria ter mais atenção com o meio ambiente?
                            Isto é a questão mais voltada para o lixo urbano, sem se falar na poluição causada pelos automóveis, poluição sonora e visual.
                            E a situação dos rios? Assistimos passivamente a sua morte.
                            E nossas matas, se é que ainda existem? As queimadas anualmente as destróem. Nossa fauna e nossa flora vão para o espaço.
                           Entendo que a mudança só será capaz através da educação. Neste caso o poder público poderia contribuir de forma decisiva: implantar disciplinas sobre ecologia, meio ambiente e sobre a natureza nas escolas, a partir das primeiras séries e em todo ensino fundamental. É o momento da conscientização. Os alunos seriam elementos multiplicadores e levariam esta idéia aos pais, irmãos e vizinhos. Assim iniciariámos a construção de uma nova mentalidade.

                            Não seria esta uma boa medida?

                            Escrito por Lázaro Santana Rosa

Escrito por lázaro santana às 23h07
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

05/03/2009



“Saudades de um Rio”
Lázaro Santana Rosa – 01out07



                                    Montanhas, vales e morros circundavam a Fazenda.
                                    As matas e as grandes pedras enfeitavam o ambiente.
                                   Das entranhas da terra, naquele cenário lindo, jorrava cristalina e pura, a água, líquido precioso e imprescindível à sobrevivência dos moradores.
                                   Formou-se um leito e naquele leito, escorregantemente, descia ladeira afora, aquele líquido, entremeado a raízes, troncos e pedras. E formava poços, lagoas e remansos.
                                    Aquele leito ganhou um nome: Rio Santana. Eu era um menino, uma criancinha mesmo, mas me lembro bem: naquele rio, com a meninada da época, banhávamos nos finais de tarde. Até podíamos arriscar alguns saltos para mergulho. Atravessá-lo a pé, jamais.
                                    Das pequenas cachoeiras e quedas d’água que se formavam no seu curso, ouvíamos o seu cantarolar. Um espetáculo! Até parece que ele nos saudava, ou quem sabe, nos implorava para mantê-lo vivo, e não deixasse que mãos insanas o assassinassem.
                                    O barulho ensurdecedor das águas, principalmente no silêncio da noite, simbolizava talvez, um grito de alerta, já imaginando um futuro impiedoso e cruel.
                                     Mais de trinta ou quarenta anos se foram. As águas já não são tão volumosas e cristalinas como antes. Já se pode atravessá-lo a pé, quem sabe, com um passo largo.
                                    As matas e vegetações que enfeitavam suas margens foram substituídas pelos cafezais. Fertilizantes e agrotóxicos são usados com freqüência, sem os cuidados necessários. Mas e daí? Daí, é que este líquido tão precioso, pode estar sendo contaminado e pode nos contaminar também.
                                    O que será de você, meu caro Rio Santana, daqui a trinta ou quarenta anos? O que será de nós?
                                    Ah! Que saudades de um Rio!

Escrito por lazarosantanarosa às 22h35
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

04/03/2009


                         Estamos assistindo diariamente pela imprensa o grande número de casos de dengue, que vem crescendo assustadoramente em nosso Estado e na Bahia. Com as chuvas dos últimos dias o risco de aparecerem focos dos mosquitos é muito grande.

                        Talvez não damos conta da possibilidade de sermos afetados e infectados pelo mosquito transmissor. A vigilância deve partir de cada morador, que deve ficar atento à limpeza de seus quintais, de seus lotes.

                        Falando de minha cidade mais especificamente, quanto de embalagens diversas devem ter jogadas em lotes vagos, mas principalmente às margens do pequeno riacho que corta nossa cidade, portanto, além de cada morador ficar atento, é necessário e urgente que o poder público municipal dê prioridade à capina e limpeza das margens desse pequeno riacho e recolher todo o entulho e embalagens que possam contribuir para a procriação do mosquito. Cuidados especiais com depósito de ferro velho!

Lázaro

Escrito por lazarosantanarosa às 21h18
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Histórico